quarta-feira, 13 de julho de 2011

VIVO - morto....




É engraçado a peça que prestadores de serviços pregam nos seus fiéis clientes...

Há algumas semanas fui a uma loja da Vivo a procura de pacote para acesso a internet 3G, para o meu celular Nokia C3-00. Fiz o plano e a atendente me solicitou que aguardasse algumas horas para que o serviço começasse a funcionar..., foi aí que começou o meu drama...

Tentei inúmeras vezes falar com o 1058 ou *8486, Deus me livre, disso! Nem o poderoso está conseguindo me livrar dessa operação.

Um absurdo, a única alma que me atendeu uma vez me informou que eu deveria falar com o setor técnico, estou tentando até hoje e nada...Não existe voz depois do aperte o número tal para falar sobre tal, aperte o número tal para falar sobre..., aperte o número para...aperte o número, aperte o..., aperte... e aí cai numa música infernal, se ao menos fosse uma música agradável....enfim!

Veja: não quero sair ou ter compromisso sério com a empresa que tento ser "fiel" e olha que minha amiga Fabiana vive me falando do serviço da rádio móvel Nextel, e eu tentando continuar com a Vivo, azar o meu....

Como consumidora, espero ter minha fidelidade reconhecida quando não recompensada. Já que pago em dia as faturas do serviço prestado, que me respeitem como consumidora.

Vejá só..., sou prestadora de serviço e ai de mim se um dia não cumprir o contratado, será que vão pagar as notas fiscais que emito?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Reproduzo texto do grande Antonio Prata, sobre pedir informação...






Quem já passou por situação dessa, vai entender, se identificar e rir muito...

DEPOIS DO AÇOUGUE, ANTES DA BANCA - ANTONIO PRATA

" SE TEM uma coisa que o brasileiro gosta é de ensinar um caminho. Pode reparar: você encosta o carro no meio fio, diz "ei, amigo, p'favor, sabe onde fica a rua Fulano de Tal?", e, passado aquele sustinho inicial, o patrício se entrega, de corpo e alma, ao discurso e à gesticulação.
Por ser a informação no trânsito, entre nós, quase um ritual, segue um elaborado protocolo. Começa com a análise do pedido: o sujeito ouve o nome da rua, endireita a postura, limpa a garganta e repete, com a cabeça levemente erguida, os olhos semicerrados, vasculhando os mapas da memória: "Rua Fulano de Tal...
Rua Fulano de Tal...". Abre então os olhos, enche o peito, apoia uma mão no carro, a outra, com o indicador fazendo jus ao nome, aponta o horizonte e, com método e seriedade, começa a explanação: "Amigão, cê vai ter que fazer o seguinte...". Terminado o colóquio, ele te toma a lição, repetindo os pontos mais traiçoeiros: "Cê entendeu, né? O cotovelo é depois do açougue, antes da banca, tá? Não tem erro!".
Ouso dizer, sem querer desmerecer-nos tampouco falar mal dos outros, que nos países ditos "desenvolvidos" não se encontra essa genuína alegria auxiliatória. Não é que no "primeiro mundo" todos sejam antipáticos. Muito pelo contrário. Já perguntei caminhos nos EUA, na Inglaterra e na Holanda e fui muito bem tratado. Mas lá onde a grama é verde e os ônibus passam na hora marcada, você repara que a gentileza é uma imposição da cultura sobre o mau-humor natural do indivíduo: no fundo, o cidadão preferia não ter sido importunado em sua caminhada. Afinal de contas, qual o propósito de todo o processo civilizatório, com seus exércitos e carimbos, constrangimentos e premiações, senão garantir que as pessoas não encham muito o saco umas das outras, que cada um possa tocar a sua vida como queira, sem esbarrar nas arestas alheias? Aí vem um sujeito desgovernado, "Hello, monsiuer, s'il vous plaît, dónde está la estación?" e pronto, bagunça-se o coreto.
Já em nossa "pátria tão despatriada", é diferente. Aqui, a civilização nunca desfez as malas. Vamos por aí meio assustados, uma mão na frente e outra atrás, a desconfiança no canto dos olhos, esperando a bala perdida, o sequestro relâmpago, a enchente, o insulto.
Quando surge, portanto, um "ei, amigo, p'favor", não encaramos co-mo um desvio na organização, um imprevisto atrapalhando nosso bem traçado plano. É o contrário: uma proposta de parceria no meio desta barafunda. Um ponto de inflexão no desmantelo. Enquanto estamos ali, dizendo ou ouvindo "direita", "esquerda", "segundo farol, faz o contorno", abrimos uma tênue brecha na guerra de todos contra todos, escrevemos, por linhas tortas, um rascunho de contrato social.
Se tudo der certo e minha sociologia de botequim estiver correta, não está longe o dia em que o brasileiro, bem alimentado, educado, assistido e organizado, deixará de dar informações com tanto júbilo. Não lamentemos. Talvez a perda da espontaneidade seja um efeito colateral inseparável do desenvolvimento, e é aceitável um pouco de mau-humor, se cada um puder escolher o seu próprio caminho."

Folha de São Paulo - 08/06/2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

QUEM ACREDITA EM SONHO, LEVANTA A MÃO!



Eu nunca acreditei muito em significado dos sonhos..., posso sonhar com cavalo, gato, papagaio, faca ou até peruca.kkkkkkkkk

Mas, sempre tem o mas..., mas o único significado de sonho que acredito..., por ter sido alertada por uma grande amiga é sonhar com dente! Sim dente! E essa minha amiga Suemi, sempre diz que sonhar com dente é morte na certa! De quem, nunca se sabe!
Por esse e outros motivos, mantenho sempre em dia a manutenção dos meus dentes, visito o dentista a casa 6 meses...

Mas essa noite, tive um sonho que me fez acordar com minha serotonina próximo do céu!

Ok!OK! Vamos ao sonho!

" O sonho começa comigo e o Guilherme assistindo tv e repente a tela é invadida por um toque de cinco segundo 5, 4, 3, 2, 1... e o locutor...Está no ar mais um pronunciamento do Excelentíssimo Senhor ex-Presidente da República Lula da Silva. Entra o Lula em um púlpito abrindo e fechando o seu par de óculos em um pronunciamento para o público de uma assembléia de condôminos do prédio em que mora, lá em SBC. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E as câmeras mostrando de vários ângulos o movimento dos condôminos chegando e se ajeitando em cadeiras de plástico brancas, sacolas de supermercado, mochila de escola, maleta de computador, todas vindas de seus afazeres diários para uma reunião de condomínio presidida pelo ex-Presidente Lulakkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E eu, no sonho, falando para o Guilherme...Guilherme desligue ou mude de canal, não quero assistir o Lula falando para uma platéia de condonínio, nem em prédio eu morokkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Pense, eu e o Guilherme no meio de discussões, negociações sobre aumento de condomínio...uma loucura esse sonho! "

Qual será o significado?!? Alguém se habilita? Deu para entender porque a serotonina!

SEROTONINA EM VOCÊS GENTE!!!!