quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

PF - PRATO FEITO É O PAISSANDU



Na semana passada li na coluna do André Barcinski (Folha de S. Paulo) a dica de um prato feito, isso mesmo, "PRATO FEITO", aquela comida que vem montada em um prato e que geralmente tem um preço saboroso em alguns lugares, é claro! Me deu água na boca, quando estava com uma tremenda lombriga, tive a idéia de conhecer o lugar. No sábado logo depois do ensaio do CoralUSP XI de Agosto, saímos eu e o Guilherme rumo ao tal endereço na rua do Boticário, bem perto do largo do Paissandu, o largo da Galeria do Rock. Pois bem, chegamos ao tal lugar chamado "Ita", identificado por uma placa de tamanho modesto na parede, um boteco, como qualquer boteco. Com um balcão em formato de U, nos sentamos e aguardamos por 1 minuto, logo veio um simpático garçon que esclareceu todas as dúvidas relacionadas ao tamanho do prato e acabamos ficando com o Bacalhau ao forno. Quando o prato chegou fiquei impressionada com o tamanho, grande, e com as postas enormes do bacalhau, que só de descrever aqui leitor de bom gosto, já me dá água na boca. Bom, feito o que tinha que ser feito, pedi a sobremesa, um pudim de leite caramelado, maravilhoso, delicioso, fresquinho com o mesmo sabor dos que a minha querida mãe sabe fazer, aliás agora ela e o "Ita". E quando eu estava pensando em colocar a dica do "Ita" no blog, não é que hoje quando abro o jornal no suplemento comida, veja que não fui só eu que corri para experimentar o tal prato pronto ou outras sugestões do cardápio, lembrando que o prato principal é o paissandu (arroz, feijão, bife, batata frita e ovo). Outras pessoas também foram, também gostaram e agora temos mais dicas de outros leitores para saborearmos. Com a chegada do Natal imagina se vamos querer comer perú e outras guloseimas se esses lugares como o "Ita" estiverem abertos, minha mãe pode até diminuir a quantia de comida, pois a minha marmitex vai dividir espaço com o perú e a maionese e estou certa que uma marmitex só, vai ser pouca!

Tem gente que frequenta o lugar a mais tempo que eu e recomenda.

O endereço: "Ita" - rua do Boticário, 31 - Centro - 11 3223 3845

Sugestões de cardápio, são sempre bem vindas!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PÉROLAS DO DESENVOLVIMENTO, COM IMPACTO E SEM ESTUDO PRÉVIO!




Começou! Não falei que não existe um estudo sobre os impactos causados pela verticalização dos bairros? Um "biscrok" para quem adivinhar do que estou falando. Ainda não advinhou? Pois bem, ó dileto leitor! Fora os escrementos que vão cair sobre a sua cabeça, você ainda corre risco de vida, sim, não é só a questão de roubo ou assaltoa mão armada! Você corre o risco de ser atropelado! Sim, a t r o p e l a d o por um apressado que está atrasado para seu compromisso ou chegar ao trabalho. Sabe quando você fica aéreo por preocupação e sai de casa naquela correria e encontra aquele p... trânsito? É isso mesmo, quando estamos preocupados com horário ficamos desatentos, tanto o motorista, quanto o pedestre. E o que acontece???? Quem respondeu acidente de trânsito, acertou em cheio, bingo! Plac!Plac!Plac!

Acabei de ver um atropelamento na rua Brás Cubas, a mesma a rua da Igreja e da Padaria Recanto Doce.

Pois é minha gente, não adianta prestar atenção na hora de atravessar a rua, a atenção ter que ser mais que redobrada, pois com a aproximação do novo ano as pessoas ficam mais enlouquecidas e preocupadas, além do cansaço físico e mental do ano todo!

Alô Prefeitura, chega de levantar prédios sem a preocupação com qualidade vida e respeito ao próximo! Vamos começar pela estudo do impacto que tudo isso causa?

Estou de olho e cada vez mais vou aumentar a fiscalização!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

NOVOS EMPREENDIMENTOS - ACLIMAÇÃO!!! É O BAIRRO!



Mais rápido que na Aclimação, só na China!!!

O bairro em que moro, Aclimação, está se verticalizando muito rápido. Por ser um dos últimos bairros com muitas casas, sobrados, árvores centenárias, ruas largas, pouco trânsito é também muito próximo da Avenida Paulista, do centro de São Paulo e tem também a saída, facilitada, para a praia pela rodovia dos Imigrantes! Por todos estes motivos, o bairro tornou-se um desejo de consumo de todo e qualquer empreendedor imobiliário. Como você poderá perceber dileto leitor, a corrida começou e sem escrúpulo algum. Ao ponto de você estar chegando no aconchego do seu lar e imediatamente tocarem a campainha (o corretor estava de tociaia) e quando você sai, é sempre o corretor ou negociador gritando que quer fazer uma proposta pela sua casa. E olha que eu já ouvi e vi meu vizinho ser abordado insistentemente e ele falando que não está interessado em proposta alguma e nem mesmo quer ouvir a oferta. Mesmo assim, a insistência é tanta que outro dia eu estava chegando do trabalho, uma sexta-feira para ser mais exata e escutei o Dr. Miguel gritar com toa a força dos pulmões que não estava interessado em nenhuma oferta. Enfim, assim como ele, existem, ainda, várias famílias desinteressadas. E existem aquelas interessadíssimas e as que fizeram negócio. Agora...a pergunta que não quer calar é se com o dinheiro da venda da casa que morou uma vida toda, a pessoa consegue comprar um imóvel compatível ao valor vendido, tamanho e localização?
Veja prezado leitor, não sou contra a verticalização, tem até um ditado do filósofo Haroldo Pafúncio que diz "O sol nasce para todos", até para quem está em cana nasce quadrado!

Bom, voltando ao assunto da verticalização, minha pergunta é sobre as consequências causadas pelo aumento de pessoas e seus bens de consumo numa rua??? Como é feito isso??? Veja, é só para matar minha curiosidade, penso que um prédio de vinte e cinco andares com piscina de 50 metros aquecida e toda uma área de convivência comum a um preço de + ou - 2 milhões (nem sei quantos zeros são), o número de pessoas ocupando o mesmo espaço, é de no mínimo 50 casas verticalizadas. Quatro carros em média por apartamento, consumo de água, luz, telefone e sem falar nos dejetos de pessoas e animais e a estrutura onde as pessoas passam... Tá imaginando, né???
As segundas tenho aula de inglês bem próximo do metro Ana Rosa, lógico que vou andando, estou falando de 7 horas de la matina, enquando subo a rua Paula Ney o trânsito congestionado me acompanha e quando volto também, tudo parado!

O que eu quero saber é como é feito o estudo sobre o impacto que esses empreendimentos causam num bairro relativamente pequeno?

Sei que tem gente lucrando, os comerciantes! Em menos de 3 meses já abriram duas padarias!

Será que o aumento de roubos e assaltos também é computado como é o impacto dos empreendimentos?

E você, o que acha?