quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Desde o momento do nascimento estamos fazendo nossas escolhas. Na verdade todos temos liberdade de escolha, seja ela para o bem ou para o mal. Será que em nossas escolhas, deixamos portas abertas?

Flexibilidade para decisões é inteligência, segundo a bióloga e neurocientista da Universidade Vanderbilt (EUA), Suzana Herculano-Houzel. Concordo...mas, até um tempo atrás, muito tempo na verdade, não era assim...

Conheço pessoas que são intransigente, que não fazem concessão, inflexíveis, intolerantes... serão menos inteligentes?

Quem aqui deixou de falar com um amigo por suas escolhas? Amigo é amigo ou será que pode virar o seu inimigo, em que situação? Quando estamos discutindo futebol com um torcedor / amigo de um time que não é o seu, você respeita a opinião dele certo? Então porque não flexibilizar na opinião alheia sobre política, que intransigência será essa?

Se decisões inteligentes são aquelas que mantem o maior número de portas abertas, então a essência da inteligência é a flexibilidade de decisões ( conforme o passado ), opiniões ( conforme novos fatos ), desejos ( conforme fatores vislumbrados ). Ser inteligente é ser flexível e se manter flexível. Uma definição favorita, do físico Alex Wissner-Gross. E que físico....rsrsrsrs

A partir daí seu comportamento depende da sua ação!

Então, você hoje é como eu, mais inteligente?

Não sei, mas, por favor, deixe as minhas escolhas por minha conta!











terça-feira, 30 de julho de 2019

Cantar, cantar, cantar... pra gente ser feliz!


Bem, algumas pessoas nunca imaginaram me ver cantando um dia… meus amigos muito mais antigos já me viram cantar e sempre me incentivavam em festas regadas a muito álcool a soltar a voz. E num ambiente festivo e regado a álcool, todos viramos Caruzo ou Maria Calas. 
Devo esclarecer que por ser formada em música, eu já tinha o pé e o corpo na melodia. Fiz aula de canto, morei e trabalhei com alguns artistas de nomes consagrados numa época que a música era música. Não segui carreira de cantora, fui ser produtora e ganhar um dinheirinho. Vivi e vivo rodeada de artes e eu amo!
Mas, como diz o ditado popular “ pede que o que é seu, é seu e está guardado…, não há oração sem resposta, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura, enfim…“
Incentivada pelo meu companheiro e amado marido Guilherme, fui a luta para voltar com aulas de canto. Guilherme sempre me achou mais artista que produtora, dizendo: "você não é produtora, você é artista!"
Para me convencer voltei com aulas de canto aula de canto com a professora / cantora lírica Eliane Chagas ( Coro da OSESP ), depois de um ano de aulas, debutei como voluntária dedicando dois dias na semana ( quarta-feira e sábado ) no CoralUSP XI de Agosto, sou contralto até hoje. No coral tenho cursos de extensão ( técnica vocal, cenas, expressão corporal, lugares legais de apresentação ), e mais... a oportunidade de cantar na Sala São Paulo, a meca da música e o sonho de todo o cantor. 
Por anos fui ganhando confiança, experiência, segurança, flexibilidade vocal para, tentar, pelo menos. A vida é curta! 
Enfim, gosto de cantar, música é o néctar da vida. Hoje, sim,  a fazer o que sempre gostei e não tive o culhão de meter as caras e aqui estou hoje.

O Pedro Milanesi na minha vida é um capítulo muito bom... Pessoa muito talentosa, violão extraordinário e letras brasileiríssimas intimistas, reflexivas, entrando em temas de amor, morte, dores e alegrias de ser quem somos, lindos ritmos variados. Tudo de muito bom gosto.
E assim, se passaram os anos, emoções afloradas, gostos em comum, coincidências da vida, shows, Virada Cultural, Festival do SESI e cá estamos este ano, Pedro e eu, com o Pê Éfe, depois de uma campanha vitoriosa de financiamento coletivo gravando o nosso primeiro CD com músicas autorais, com um monte de músicos convidados e seus belos instrumentos. O Pê Éfe está muito feliz com a oportunidade que a vida está nos dando podendo presentear o mundo com o violão do Pedro e a minha voz. Viva a arte!

Aqui está uma mostra do nosso trabalho. Deleitem-se com o Canto da Dor.


pe.efe.brasil@gmail.com
instagram: @pe_efe_brasil
facebook: /pe.efe.brasil
youtube: Pê Éfe


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Nossos Heróis.....um deles era um replicante!





Blade Runner, quantas vezes assisti ao filme do Ridley Scott na casa do Beto.

Nossa!!! Foi numa época que éramos seguros das nossas opiniões, tudo era discutido, sem preguiça, não tínhamos medo de sermos felizes... Éramos jovens!!!

Sim, foi o Beto, amigo querido, quem nos ajudou na nossa formação cultural, ele quem nos apresentou vários filmes, introduzindo nossas mentes à curiosidade para tantas descobertas, aceitações, respeito, alegrias, contemplações. Hoje vários destes filmes são cults, encontrados em sebos, feiras de trocas. Dificilmente se encontram em plataformas digitais e também na casa do Beto, pode-se encontrar alguma coisa ainda.
Eu, hoje, convivo com pessoas interessadas em descobrir coisas antigas novas, então fica a dica para uma a arte que carece de observar, pensar, entender discutir sobre, prolongar a admiração.
Apesar da agilidade e rapidez, este movimentos pode ser mais tranquilo, divertido e envolvente e vale a observação, ter foco!

Eu e as minhas queridas amigas, só temos a agradecer ao Rutger Oelsen Hauer pela última cena do filme, quando ele lutando com qualquer um, no último minuto emocionante, percebe o desespero do mocinho do filme ( Harrison Ford ) pendurado num guindaste prestes a cair para o fosso da morte. O
replicante está morrendo pois seu tempo na terra está acabando, mas, antes salva o mocinho do filme, mostrando,  num sopro de sentimento, que a vida é muito importante para quem pode nascer e crescer, seguindo o tempo próprio da humanidade. Pro replicando nada.....

E foi assim, que o replicante mais famoso dos anos 80 se foi....

Fica a dica de curiosidade: pesquisar e assistir aos trabalhos do ator Rutger Oelsen Hauer e descobrir sua versatilidade e engajamento em ações de pesquisa pela saúde e meio ambiente.

Por enquanto fica aqui o meu agradecimento ao Beto, que ainda nos contempla com sua presença e Rutger Hauer vá em paz!!!